Prefeitura Municipal de Guarapuava
Justiça Restaurativa é discutida em Guarapuava
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Com o objetivo de esclarecer sobre a Justiça Restaurativa, a Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres, em parceria com o TJPR (Tribunal de Justiça do Estado do Paraná) e a Rede de Enfrentamento a Violência Contra a Mulher de Guarapuava, entre outras entidades, realizou na manhã desta terça-feira (06), uma discussão sobre o tema. O evento aconteceu no Salão Nobre da Faculdade Campo Real, e teve palestra sobre a Justiça Restaurativa, ministrada pela Juíza e coordenadora do Cejusc (Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania), da Comarca de Ponta Grossa, Laryssa Angélica Copack Muniz. “Nós acreditamos nesse modelo de atendimento, justamente porque ele está se mostrando eficaz em outras cidades. Guarapuava é um exemplo na implantação de políticas públicas para as mulheres e está disposta a aderir a Justiça Restaurativa, que é uma ação para incrementar a cultura de paz na cidade. A Prefeitura de Guarapuava está de portas abertas para auxiliar em tudo o que for necessário para o funcionamento dessa ferramenta”, ressaltou o prefeito Cesar Silvestri Filho.

A Justiça Restaurativa, segundo o TJPR, é um método consensual de resolução positiva de conflito, onde todos direta e indiretamente envolvidos na relação conflituosa têm oportunidade de dialogar, expor suas necessidades e possibilidades, bem como construir, de forma conjunta e voluntária, a melhor solução. “A Lei Maria da Penha prevê o atendimento aos homens autores de violência e a Rede de Enfrentamento a Violência Contra a Mulher de Guarapuava quer justamente isso, pois reconhecemos que práticas restaurativas são ferramentas eficazes para a construção de espaços seguros de diálogo, de resolução positiva de conflitos e de convivência pacífica. Estamos muito felizes com os resultados da rede de enfrentamento, pois vem se mostrando muito comprometida com a causa. Observamos que todos não estão medindo esforços para vencermos mais esse desafio da Justiça Restaurativa”, destacou a secretária de Políticas Públicas para as Mulheres, Priscila Schran.

De acordo com a Juíza da Vara da Infância e Juventude da Comarca de Guarapuava, Rafaela Zarpelon, a Comissão Paranaense de Justiça Restaurativa do Tribunal de Justiça do Paraná foi criada por meio da Portaria n° 11/2014, de 18 de setembro de 2014, pelo Nupemec (Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos). “Desde a criação da comissão, estamos realizando diversas ações para a difusão e implementação da Justiça Restaurativa no Paraná. O evento de hoje, mostra esse interesse que os municípios paranaenses têm em aderir a iniciativa, que já se mostra muito boa em cidades como Ponta Grossa. Sem dúvidas Guarapuava fará um trabalho brilhante, pois tem um grande potencial para isso”, finalizou Zarpelon.

O evento também contou com a presença da Juíza titular da 3ª Vara Criminal de Guarapuava, Carmen Mondin; Da Juíza titular da 2ª Vara Criminal de Guarapuava, Paola Mancini de Lima; Da coordenadora do curso de direito da Faculdade Campo Real, Elizania Caldas Faria, além de acadêmicos de direito, servidores da Secretaria da Mulher, entre outros representantes de entidades locais.

 

 

Postado em 06/06/2017



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